quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Resenha {Livro} Lola e o garoto da casa ao lado (Stephanie Perkins)

Lola e o garoto da casa ao lado, segundo livro da trilogia Anna, Lola, Isla apresenta a história de Dolores (Lola) Nolan, uma jovem estudante (como a Anna *-*) e aspirante a design de roupas, que mora com seus pais nos EUA e deseja apenas algumas coisinhas: que seus pais aprovem seu namorado mais velho, o músico Max; poder usar um traje à Maria Antonieta no baile de inverno da escola; e nunca mais rever os gêmeos Bell (Cricket e Calliope), ex-vizinhos de Anna que se mudaram a dois anos de seu bairro com assuntos inacabados.

“Não acredito em moda. Acredito em figurino. A vida é curta demais para sermos a mesma pessoa todos os dias [...]”
(Stephanie Perkins, p.10)

Lola e Calliope foram amigas de infância, até que a carreira precoce de Calliope como patinadora acabou afastando uma da outra, o que se estendeu ao irmão gêmeo de Calliope, o jovem nerd e aspirante a inventor Cricket, por quem Lola nutria certa paixão desde pequena; por causa do “foco” na carreira de Calliope, a família Bell viva se mudando constantemente, fazendo com que Lola e Cricket mal pudesse se ver, além do ciúme de Calliope pelo irmão, que por medo de “perde-lo” não queria que ele visse Lola com frequência. E depois da festa de aniversário dos gêmeos da qual Lola não fora convidada nem por Cricket, esta rompe de vez os laços que tinha com ambos.
Anos passam até que Lola supere a perda de seu amor e agora a jovem está namorando o guitarrista da banda Anfetamina, que com seus 22 anos não consegue a aprovação dos pais de Lola, já que a menina tem apenas 17 anos. E como se isso não bastasse, os Bell estão de volta, deixando a cabeça de Lola confusa sobre o amor.
Narrado pela personagem título, Lola e o garoto da casa ao lado tem tudo para ser um bom livro: humor, fofura, romance e fatos cotidianos que acontecem aos personagens que poderiam acontecer com qualquer leitor. E por falar em personagens, estes são super cativantes, tais como os pais de Lola, Andy e Nathan, a melhor amiga de Lola, Lindsey, e Anna e Étienne, o casal super fofo de Anna e o beijo francês (eles aparecem bastante neste livro. Adorei *-*), que trabalham no cinema com Lola.
Outro ponto que vale ser ressaltado é a relação de Lola com os pais, um casal gay que adotou Lola quando esta havia nascido, já que sua mãe, Norah, irmã de Nathan, não tinha condições de criar a filha sozinha. Mesmo com as “brigas” ocasionadas pela não aprovação do namorado de Lola (e que, por sinal, achei um mala esse Max ¬¬), é palpável o quanto ambos amam a filha, que também os admira muito e respeita.

Uma história fofa e tranquila, ótima para ser lida após aquela ressaca literária (olha a dica!) e que deve ser lida por todos e todas \0/

Leia também a resenha de Anna e o beijo francês.

285 páginas | 1ª edição | 2012 | Novo Conceito



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